quarta-feira, 3 de abril de 2013

Depilação

cautela

 
(foto: iStock)A depilação com lâmina pode causar, para muitas mulheres, uma sensação desconfortável que inclui vermelhidão na área raspada e bolinhas que podem coçar ou até mesmo causar dor, no caso de uma foliculite desencadeada pelo atrito da lâmina.
Por isso, uma das dúvidas mais frequentes é: será que é indicado usar a lâmina para depilar áreas mais sensíveis do corpo, como a virilha? Segundo os médicos, o método pode ser utilizado, mas não deve ser a primeira opção de todas as mulheres. “A depilação com lâmina pode ser feita na virilha, sim, mas quem tem predisposição a foliculite e inflamação na pele deve tomar cuidado redobrado”, explica o dermatologista Jardis Volpe, da Clínica Volpe, em São Paulo.

Segundo o médico, a área de fato é mais sensível. “Isso acontece porque é uma área de dobra e a pele fica mais fina nessa região”, explica. “Por isso, há maior risco de machucar a pele durante a depilação.” E ele alerta: outro fator que vai contra o uso da lâmina é que um dos maiores riscos de machucado é a tentativa de depilar o local sozinha, já que a posição pode, muitas vezes, ser desconfortável.
Cuidados e outras opções
Para quem mesmo assim prefere a inegável praticidade oferecida pela lâmina, os cuidados básicos a se tomar têm a ver com a manutenção do aparelho. Troque a lâmina a cada depilação; use algum creme com óleos na composição, para amaciar os pelos; e não dispense a loção calmante depois.
A dermatologista paulistana Luciana Hitomi também ressalta que o motivo da irritação pode ser a alergia ou a oxidação da lâmina. “Se ela oxidar, pode causar alergia por causa do níquel. Por isso não deve ser usada por muito tempo”, explica, aconselhando ainda a optar por produtos que venham com uma fita que indique quando a lâmina está gasta e é hora de parar de usar.
“Mesmo assim, a foliculite pode ser inevitável. Para resolver o problema, sugiro a depilação a laser”, aconselha o médico. Já a depiladora Solange da Conceição, do Salão da Praia, no Rio de Janeiro, destaca que, nas mãos de uma profissional, o mais indicado é escolher a cera quente. “É melhor para a virilha porque dilata os poros”, explica.

domingo, 31 de março de 2013

Como Combater a Celulite

Celulite: os exercícios que combatem o problema

  Fotos Carlos Cubi.

Uma medida fundamental em qualquer programa anticelulite de sucesso é a atividade física. "O sedentarismo favorece a retenção de líquido e de sódio entre as células", afirma a endocrinologista Rosana Radominski, presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). "Por sua vez, os exercícios melhoram a circulação e, consequentemente, a eliminação desses resíduos. Fora que colaboram para o emagrecimento - e sabemos que quadros mais acentuados de celulite ocorrem justamente em mulheres com excesso de peso." Daí, a importância da atividade aeróbica (correr, caminhar, andar de bike). Mas existem outras modalidades que colaboram para a melhora do problema. E há as que atrapalham, pelo menos na opinião de alguns especialistas. O cirurgião plástico italiano Marco Gasparotti defende, por exemplo, que exercícios com muita carga, como a musculação com o objetivo de hipertrofia, podem piorar o quadro. "Porque liberam altas doses de ácido lático, substância nociva para o tecido cutâneo", disse ele em entrevista à BOA FORMA.

 Outra teoria desfavorável leva em consideração a anatomia da pele - ao deixar os glúteos "rígidos" com malhação pesada, os septos (aquelas traves fibrosas que sustentam o tecido e comprimem a gordura) repuxariam ainda mais a superfície da pele, evidenciando as depressões. Mas as duas teses ainda são polêmicas. Muitos médicos acreditam que o problema está em exagerar na dose. "Não tenho dúvidas que a musculação melhora o tônus principalmente do bumbum, das coxas, do abdômen e dos tríceps, o que beneficia o quadro", diz a preparadora física pós-graduada em fisiologia do exercício Claudia Zamberlan, de São Paulo. O ideal é combinar atividade aeróbica e localizada e, mais importante, manter a regularidade - um agachamento aqui, outro avanço ali não faz verão.
Os melhores exercícios contra a celulite
Caminhada, corrida e bicicleta
Aeróbicas, essas atividades estimulam a circulação e queimam calorias. Dessa forma, as células de gordura não se sobrepõem umas às outras, evitando o aspecto acolchoado da celulite.
Natação e hidroginástica
Os movimentos na água podem funcionar como uma espécie de drenagem, que atua na retenção de líquido, diminuindo o inchaço.
Ioga e pilates
Ao alongar a musculatura de forma profunda, foco dessas duas modalidades, os septos fibrosos que repuxam a pele para baixo se soltariam, já que estão inseridos na fáscia, membrana que reveste o músculo.
Musculação sem exageros
Mantém o metabolismo em alta e troca massa gorda por magra. Alguns pesquisadores acreditam que a hipertrofia (exercícios com muita carga) podem liberar toxinas que fazem mal à pele.

Hiperatividade

Seu filho é hiperativo ou sapeca?

Nem toda criança arteira e distraída sofre do distúrbio conhecido como transtorno de déficit de atenção ou precisa de remédio para se concentrar nas atividades da escola! Saiba como diferenciar cada caso

Reportagem: Beatriz Levischi - Edição: MdeMulher
Conteúdo ANAMARIA

Nem toda criança agitada demais é hiperativa
Foto: Reprodução
Quem não conhece um menino ou menina agitado demais, que vive correndo pela casa, pula nos móveis, come em pé e espalha os brinquedos que não está usando? Na sala de aula, eles esquecem de fazer a lição ou cometem erros nos exercícios, por pura distração. O rendimento escolar acaba prejudicado, assim como a concentração dos alunos ao redor. Esse comportamento costuma ser associado ao transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), doença que atinge crianças, mas pode continuar na vida adulta. E muitos pais acabam procurando o psiquiatra, sem perceber que, na maioria das vezes, essas crianças só estão sendo... crianças!
A psicóloga Flávia Lemos explica como diferenciar crianças hiperativas das espoletas. Ela é membro do Conselho Federal de Psicologia que, no ano passado, lançou a campanha Não à Medicalização da Vida, contra o uso indiscriminado de medicamentos para tratar a hiperatividade e outros males.

Os riscos de medicar a criança sem necessidade

Como diferenciar criança arteira de criança hiperativa?

As definições sobre a hiperatividade são polêmicas e há visões diferentes entre os estudiosos. Isso significa que faltam mais pesquisas a respeito da doença, mas elas precisam ser feitas sem financiamento dos laboratórios, porque eles lucram com a venda de remédios. Para descobrir um quadro de hiperatividade, o médico deve levar em consideração vários aspectos da vida da criança: a situação escolar, como a criança lida com os amigos, a realidade financeira da família, como anda sua saúde, entre outros.

Quais as principais causas?

Não se sabe ainda ao certo. Mas vivemos em uma sociedade que produz dor e mal-estar aos cidadãos, com escolas inadequadas, famílias desestruturadas, competição desenfreada... Isso tudo pode estar por trás do surgimento dessa doença. Portanto, não adianta medicar as crianças sem antes investigar todas as possibilidades que podem fazê-las sofrer.

A que perigos a criança estará sujeita se tomar medicamentos à toa?

Remédios são drogas. E, apesar de permitidos, também causam danos e dependência. Os remédios para hiperatividade, especificamente, possuem uma anfetamina de tarja preta que pode provocar crises de ansiedade e surtos psicóticos, problemas nos rins, insônia, perda de apetite, dor abdominal, cefaleia, alteração da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Existe tratamento para a hiperatividade sem remédio?

Falar de tratamento é limitar o problema a apenas um aspecto da vida. Nós precisamos oferecer às crianças cuidados em diferentes campos, não apenas nos hospitais e consultórios. A criança precisa estar bem não só na saúde física em si, mas bem na escola, na vida familiar, na vida com os amigos... A criança precisa inclusive ter oportunidades de praticar um esporte, ir ao cinema, ao teatro...

É ruim ser espoleta?

Não! Meninos e meninas arteiros incomodam aqueles que querem que eles sejam quietos, que evitam aceitar que cada ser humano é diferente do outro. Para conquistar essas crianças, as escolas precisam aprender a lidar com as diferenças, oferecer aulas interessantes, contratar melhores professores e com boas condições de trabalho. Enfim, é preciso criar projetos pedagógicos que incluam não só professores, mas os pais.

Estímulos demais deixam a garotada a mil

Os riscos de medicar a criança sem necessidade Muitas crianças recebem o diagnóstico de TDAH quando são apenas levadas da breca, estudam numa escola onde as aulas são chatas à beça ou simplesmente porque recebem estímulos demais. Se você acha que seu filho anda agitado além da conta em casa, o primeiro passo é conversar com a professora dele e checar se o comportamento se repete na sala de aula. Em caso afirmativo, reflita sobre a rotina do garoto ou da garota. Muita TV, computador e videogame, às vezes tudo ao mesmo tempo e na hora da lição de casa, deixa qualquer criança a mil por hora (já reparou como os desenhos e joguinhos de hoje são agitadíssimos?). A inquietação também pode ser sinal de falta de limite ou uma maneira de chamar a atenção dos adultos. Será que não está faltando firmeza na hora de dizer “não”?

quinta-feira, 28 de março de 2013

A escola Municipal Almir Lopes de Souza localizada no povoado de Pau-Ferro,  finalizou hoje no turno matutino  o projeto páscoa  com a culminancia demonstrando todas atividades desenvolvidas durante o  projeto, que teve o objetivo de mostrar o significado da páscoa,de valorizar e respeitar o verdadeiro sentido da páscoa,destacar os símbolos e conhecer as cores da páscoa .O projeto foi um sucesso desenvolvido pela professora Lucineide Muniz.

terça-feira, 26 de março de 2013

ANIVERSÁRIANTE DO DIA

Hoje dia 26/03 a mimosa e carinhosa Rebeca Lopes completa mais uma primavera ,Rebeca é filha de Onília de Souza Lopes e  José Ribeiro.A aniversériante recebe os parabéns de famíliares e amigos,
parabéns REBECA que Deus te abençõe.

sábado, 23 de março de 2013

Lula teria ido de madrugada ao Sírio-Libanês tratar de câncer no pulmão

Luiz Inácio Lula da Silva
Luiz Inácio Lula da Silva
JORGE SERRÃOO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta a ter graves problemas de saúde. Semana passada, na quinta e no sábado, sempre no meio de madrugada e dentro de uma ambulância bem equipada, Lula fez duas idas de emergência ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O problema dele agora é um nódulo no pulmão.
O novo câncer pode ser uma metástase ocorrida a partir do enorme tumor na laringe – que a equipe do médico Roberto Kalil garantiu ter curado completamente com químio e radioterapia, sem necessidade de cirurgia, no ano passado. A despeito da enfermidade gravíssima, Lula segue com seu ritmo frenético de viagens, em jatinhos de empreiteiras, para articulações de negócios.
O ambiente gelado dos voos, e as alterações de pressão no sobe e desce, podem agravar seu quadro – que requer cuidados extremos, principalmente para quem fumou, muito, a vida inteira. Além disso, Lula tem se desgastado com a situação grave da política econômica, principalmente com a instabilidade de seu afilhado Guido Mantega, programado para deixar o Ministério da Fazenda assim que a conjuntura permitir. Problemas políticos na Petrobrás também mexem com o emocional de Lula, com reflexos diretos em sua saúde.
A recente perda do grande amigo Hugo Chávez – que ainda sequer foi sepultado, só confirmando a farsa do boneco de cera de um corpo que sequer foi embalsamado – pode ter mexido com o emocional de Lula, provocando uma queda de sua imunidade. No pós-tratamento ao câncer de laringe, Lula ainda é obrigado a tomar medicamentos a base de corticóide, para evitar qualquer evolução de células cancerígenas. O problema é que tais remédios causam inchaços no corpo, por reterem líquido, e ainda têm como efeito colateral o cansaço.
A área de inteligência do Exército já sabe do novo problema de Lula – que é guardado como segredo a sete chaves. A informação vazou de médicos e funcionários do hospital. Um dirigente de uma grande transnacional da área de saúde, que tem relações muito próximas com a área militar de inteligência, confirmou a triste informação classificada de 1-A-1.
No Brasil, tem-se a cultura esquisita de tratar de graves casos médicos como “tema tabu” – que a imprensa sempre abafa conforme as conveniências.
Pode ser que o novo problema de Lula, a partir do vazamento de agora, gere uma pronta resposta de seus médicos – que foram forçados pelas circunstâncias a agir com a máxima transparência no tratamento do problema na laringe.